Quais habilidades eu preciso aprender para esta nova era de trabalho?


Conheça - e pratique - as 10 habilidades essenciais que o Fórum Mundial destacou para o mercado na Quarta Revolução Industrial


O Fórum Econômico Mundial divulga há algum tempo as habilidades que estão e estarão em alta no mercado de trabalho. Em 2016, eles listaram no relatório The Future of Jobs as 10 top habilidades para 2020. Parecia um tempo distante, mas o futuro chegou e está exigindo novas práticas dos profissionais.


Uma pesquisa publicada na revista The Economist aponta que as soft skills do século 21 são muito mais focadas nas habilidades humanas e sociais do que nas competências técnicas. O avanço das tecnologias físicas, digitais e biológicas estão modificando totalmente o mercado de trabalho e exigem um olhar diferente para o que realmente gera valor.


Percebo que as pessoas não estão completamente familiarizadas com alguns termos. Muitos conceitos não são sequer compreendidos pelos profissionais, o que dirá a prática.

Para facilitar o processo, explico abaixo - uma a uma - as soft skills essenciais para o mercado de trabalho na Quarta Revolução Industrial e convido você que conheça e comece a praticá-las dentro do seu contexto e realidade.


Como diria o escritor e futurista norte-americano Alvin Toffler: "Os analfabetos do século 21 não serão aqueles que não sabem ler ou escrever, mas os que não sabem aprender, desaprender e reaprender". Portanto, nunca é tarde para tomar consciência e começar a treinar, certo?!


A primeira lição é: a gente só muda ou melhora aquilo que conhece.


1) Solução de problemas complexos: é a capacidade de resolver problemas novos de maneira prática em um processo que requer objetivo e coordenação de esforços rumo à solução. Isso exige uma nova forma de perceber e criar estratégias para resolver situações complexas, inesperadas e com muitas variáveis, características dos desafios do século XXI;


2) Pensamento Crítico: é ter a mente aberta para novidades e ideias diferentes, saber fazer as perguntas certas e olhar para uma questão sob diferentes perspectivas. O pensador crítico sabe usar tanto a lógica quanto o raciocínio para questionar problemas, identificar os “prós” e “contras”, ponderá-los e considerar as diferentes soluções;


3) Criatividade: é a capacidade de idealizar coisas novas, fazer conexões e gerar soluções inovadoras. Para isso, é preciso saber usar a imaginação e criar algo inédito e original. As novas tecnologias exigem dos profissionais uma significativa dose de criatividade para que possam assimilar, usufruir e tirar vantagem de todas essas mudanças;


4) Gestão de Pessoas: é saber identificar aptidões, motivar, ouvir e desenvolver pessoas. Também preocupar-se com a cooperação, coordenando diferentes temperamentos, ideias e talentos em torno de um ideal ou meta comum;


5) Coordenação com outros: é uma habilidade social que envolve saber trabalhar com pessoas de personalidades distintas, saber se comunicar de forma clara e, acima de tudo, saber lidar com as diferenças.


6) Inteligência Emocional: envolve um arcabouço de competências que incluem autoconhecimento, controle emocional, automotivação, empatia e habilidade em relacionamentos interpessoais. E também conhecer e gerir bem as próprias emoções;


7) Julgamento e Tomada de decisão: considerar as diversas variáveis, como informações, números, pontos de vista, contexto, princípios, leis e emoções. É saber usar a intuição e somar todos os fatos já conhecidos para chegar a uma conclusão e atitude firme;


8) Orientação para serviços: estar disposta a servir e ajudar, tanto clientes externos quanto internos. Mais do que saber orientar, o profissional deverá conhecer bem o seu público para adaptar os produtos e serviços oferecidos à realidade dele;


9) Negociação: é preciso ter facilidade de relacionar-se com as pessoas, ser proativo, ter empatia e ser comunicativo; A negociação é um processo de comunicação que parte da necessidade de resolver diferenças, chegar a acordos e encontrar soluções a fim de alinhar interesses conflituosos;


10) Flexibilidade cognitiva: é capacidade de se manter atualizado e ser flexível para aprender informações novas e de diferentes áreas. Também saber priorizar entre o que é ruído e não agrega e quais pontos são realmente importantes na contextualização do problema. Quanto mais flexível for o indivíduo, mais ele conseguirá enxergar novos padrões e criar associações únicas entre as ideias.


Segunda Lição: entenda como essas habilidades podem te ajudar

Agora que você já conhece todas as habilidades necessárias para o mercado de trabalho da nova economia, faça as seguintes perguntas e responda honestamente:


  1. Como estou em relação a cada uma destas habilidades?

  2. Quais dessas 10 habilidades podem ajudar no meu contexto de trabalho?

  3. Qual são meus pontos fortes e fracos?

  4. O que posso fazer para começar um processo de melhoria?


Com essas questões respondidas, você já pode montar um plano de ação para exercitar cada uma das habilidades que escolheu.

A dica é: use ferramentas de medição para acompanhar os seus resultados


Terceira lição: adapte essas habilidades para sua realidade e comece a treinar. Quer ser mais criativo? Faça cursos, invista em um projeto pessoal, saia da sua zona de conforto e se arrisque a fazer algo diferente já no próximo mês. Treine sua mente para trabalhar a criatividade dentro e fora do trabalho. Com o tempo, ela passa a estar mais presente e pode ser usada como um diferencial na sua vida.


Adaptação: Raphael Araujo

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