Currículo na era digital - Bate Papo da Live


Oi pessoal! Esse artigo surgiu da live que fiz como convidado da Carla Rabetti. Você confere abaixo resposta as principais perguntas que surgiram neste encontro.


Carla: Eu me lembro de quando procurei emprego pela primeira vez na adolescência, fui com uma amiga em agências de emprego nas regiões centrais da minha cidade e das principais cidades vizinhas, levávamos uma pasta com currículos impressos e distribuíamos nas agências. Também me lembro de caminhar por ruas onde haviam polos industriais distribuindo currículos em envelopes destinados ao RH das empresas.


Com o tempo estas caminhadas foram substituídas por buscas online, realizando cadastros em sites de empregos que já tinham uma estrutura padrão de currículos. O mercado mudou, continua mudando e a forma de procurar emprego acompanhou estas mudanças, daí a importância de nos atualizarmos e planejarmos a recolocação profissional de forma estratégica. Para nos orientar em relação a isto, convidei o coach de carreira Raphael Araujo, para uma conversa sobre o currículo e a busca de emprego na era digital.


Raphael é especialista na área de recrutamento, tendo atuado também como business partner e RH generalista. É bacharel em Administração de Recursos Humanos com MBA em Gestão de Pessoas.


Acumula 14 anos de experiência em grandes multinacionais no segmento de comércio exterior e energia, tendo atuado também em empresas de consultoria com recrutamentos de alto volume.



Carla: Quais são as suas percepções em relação a esta mudança na forma de buscar emprego e recolocação profissional?


RAPHAEL ARAUJO: Nos anos 90 eram os classificados, ou o Boa Chance do globo aos domingos para verificar por oportunidades disponíveis, marcar os anúncios e fazer uma rota de lugares próximos para se estabelecer uma lógica na entrega por currículos. Então eram necessários alguns currículos impressos dentro de uma pasta, muita disposição, tempo disponível e alguns recursos financeiros por conta do deslocamento e as vezes custo com alimentação na rua.


A partir de 2000 com o surgimento da internet isso começou a mudar, inicialmente com currículos sendo enviados por e-mail, posteriormente as empresas começaram a utilizar sites de emprego como Vaga, Catho, entre outras...até que as empresas começaram a criar nos seus próprios sites para recebimento de currículos e candidatura para as vagas, mesmo com o LinkedIn tendo sido lançado em 2003, sua utilização na época se dava de outra maneira.


Hoje em dia além de tudo isso mencionado temos também as empresas de recrutamento, os grupos de WhatsApp, os sites, o LinkedIn, vídeo currículo, Inteligência Artificial, e a boa e velha indicação.



Carla: O currículo tradicional impresso ou em pdf ainda funciona?


RAPHAEL ARAUJO: Sim, não só funciona como faz parte do processo seletivo na etapa de candidatura. É o primeiro passo para demonstrar seu interesse em uma vaga ou seu contato inicial demonstrando interesse em futuras oportunidades.


Independentemente das opções digital, é importante ter um currículo tradicional bem elaborado e sempre atualizado.



Carla: Existe um modelo de currículo padrão aceito pelas empresas? Existe uma sequência mais recomendável de apresentação das informações ou padrão de layout?


RAPHAEL ARAUJO: O currículo precisa ser adequado a vaga para a qual você está se candidatando. É importante utilizar este documento a seu favor para a vaga que tem interesse. Você pode sim, criar um currículo completão, um modelo que tenha toda a sua trajetória e ter outros currículos para respectivas vagas que se candidatar.


O layout ideal começa com dados de contato e objetivo profissional e segue com a formação acadêmica, resumo profissional e sequência de experiências profissionais, terminando com cursos extras e qualificações adicionais.


Na maioria dos casos o currículo é enviado por e-mail, mas se for utiliza-lo impresso, folha A4 normal é o suficiente.



Carla: Quais as opções de currículo virtual? O que deve ser diferente em relação ao modelo tradicional impresso?


RAPHAEL ARAUJO: Além do envio de currículo por e-mail que é uma forma de busca virtual, temos também a opção de cadastramento em sites de emprego, sites das empresas e das consultorias de RH. Temos também o LinkedIn que apesar de ser uma rede social profissional, nos traz a possibilidade de disponibilizar todas as informações profissionais de forma detalhada, incluindo arquivos e conteúdos adicionais como certificados, conquistas, depoimentos ou mesmo uma versão do currículo em pdf.


Para todas as opções você deve ser o mais objetivo possível, exceto no LinkedIn. Lá é onde você pode "florear" mais as suas experiências, acrescentar mais detalhes, porque é lá que o recrutador buscará mais informações se tiver interesse em saber um pouco mais sobre você e poderá ter acesso a informações adicionais, especialmente as recomendações que você tiver recebido.


Currículo enviado por e-mail, candidatura online, compartilhamento do perfil do LinkedIn por QR Code, em um evento utilizar o Bluetooth ativado do LinkedIn para adicionar os perfis, tudo isto vai revelar que você é uma pessoa atualizada e "antenada" as novidades.



Carla: Quais as principais dicas para fazer um currículo em vídeo? Qual estrutura? Qual a duração? Onde deve ser hospedado?


RAPHAEL ARAUJO: É preciso entender que o vídeo currículo não vem substituir outras etapas do processo como currículo impresso ou em arquivo, assim como a entrevista. Ele é mais uma ferramenta para avaliação do perfil dos candidatos.


Algumas questões comportamentais também são avaliadas nesse momento tendendo a se tornar um importante instrumento para um convite a uma entrevista presencial.


O ideal é pesquisar a empresa, entender seu perfil, missão, valores, segmento de atuação. Isso vai auxiliar em como será seu vídeo, onde irá gravar, maneira de se vestir falar.


A duração deve ser de aproximadamente 1:30 (um minuto e 30 segundos) e os segundos iniciais precisam ser interessantes para que o recrutador assista até o final. Existem plataformas também que já limitam o tempo do vídeo currículo ou informam previamente de quanto tempo você irá dispor.


Alguns aspectos não podem faltar em sua apresentação, como:


Nome e idade, formação acadêmica, porque escolheu o curso em que está se formando ou que já tenha se formado, ou seja, o que te chamou atenção ao escolher essa área de atuação.


Caso tenha vivência profissional na área em questão, fale sobre ela, do contrário, use seu tempo para falar sobre trabalhos voluntários ou acadêmicos que tenha desenvolvido na sua área de atuação. Alguma experiência pessoal que agregou para o seu desenvolvimento.


Você também pode falar sobre os motivos pelos quais deseja trabalhar na empresa para qual está se candidatando, porque deseja ser selecionado, qual é o seu diferencial, quais são as competências comportamentais que fazem com que você se destaque ou mesmo o quais serão os ganhos da empresa ao te contratar.


Você pode manter um vídeo currículo salvo no seu computador, nuvem ou celular, porque a gente nunca sabe quando pode precisar enviar um, mas também existem empresas que fazem uso de plataformas que armazenam esses arquivos na candidatura junto ao envio do currículo, então pode ser que você precise criar um do zero customizado para uma candidatura e ai é fazer bonito mais uma vez com a prática que já adquiriu com o seu vídeo anterior.



Carla: Para facilitar o envio do vídeo currículo, pode ser interessante hospedá-lo em um canal como o youtube por exemplo? De modo que seja possível incluir o link do vídeo, sem necessidade de enviar o arquivo que tende a ser mais pesado?


RAPHAEL ARAUJO: É legal, é um plus, mas não é necessário de verdade.



Carla: Quais os melhores canais para distribuição de currículo?


RAPHAEL ARAUJO: Vai depender da sua busca e do seu foco. Se no caso utilizar o e-mail, terça-feira é um bom dia para o envio de currículos, pois às segundas os profissionais geralmente estão atualizando suas tarefas organizando a semana e terão menos tempo para se dedicar aos candidatos. É possível acompanhar as vagas diretamente no site das empresas, nos sites especializados, em agências de emprego ou no próprio LinkedIn e enviar o currículo através destes canais para as vagas disponíveis.



Carla: Vale a pena cadastrar o currículo no site de agências de emprego? Quais são as melhores agências de emprego?


RAPHAEL ARAUJO: Eu oriento como mais uma ferramenta na busca por recolocação uma vez que não tem custo. O custo quando você consegue uma recolocação ou colocação profissional através de consultorias é da empresa que contratou o serviço da agência.


Existem agências focadas em nichos específicos. Não adianta querer se cadastrar em uma agência focada no mercado de energia ou óleo e gás sendo um profissional da área de tecnologia ou design por exemplo.


Por este motivo, acho muito mais válido utilizar os sites gratuitos, ter um bom perfil LinkedIn que funciona e que vai trabalhar a seu favor, e em conjunto realizar um trabalho com um coach de carreira para trabalhar seu motivacional, seu preparo para as etapas do processo seletivo, dúvidas, questões anteriores e esclarecimento de dúvidas.



Carla: Quais agências você recomenda para busca de emprego?


RAPHAEL ARAUJO: As agências nacionais e internacionais que considero mais relevantes são:


Petra Group

Robert Half

Michael Page

Brunel

Cielo Talent

Manpower

Winner RH

G4 Global Partners

Grupo seres (vagas de estágio)

TI Talentos (vagas de TI)



Carla: Quais os melhores sites para cadastro e busca de emprego?


RAPHAEL ARAUJO: Honestamente, que nenhum site pago me ouça (ou no caso desse conteúdo, me leia...rs), mas eu aconselho o vagas.com que é gratuito e o LinkedIn, que também não é necessário assinar a versão paga. Além disso, existe o Glassdor, o antigo Lovemondays, em que as pessoas faziam avaliação das empresas em que trabalharam.


A dica de ouro para o vagas é atualizar o seu currículo pelo menos 1 vez por mês, nem que seja para você entrar, clicar em atualizar e salvar mesmo que não altere nenhum dado. Isso fará com que você esteja nas buscas mais recentes dos recrutadores, que se utilizarem do filtro de intervalo de mês, ou seja, se sua última atualização foi em dezembro de 2019 e hoje, um recrutador buscar por currículos postados entre janeiro de 2020 a abril de 2020, você não será captado por esse filtro por conta da sua atualização ser de 2019. 😉 Pense nisso!



Carla: Porque não usar sites pagos?


RAPHAEL ARAUJO: Sem problemas a utilização de sites pagos, mas você já teve a percepção de ter visto muitas vagas interessantes e no momento em que você vai assinar as vagas não eram nada daquilo? Ou pior, vaga que você viu na Catho ou Manager , ou sei lá qual outro site pago, que aparece também em alguma plataforma gratuita ou foi compartilhada por alguém?


A questão do site pago é que existe um interesse do site em captar candidatos para obter lucro. Então, corremos o risco de sermos atraídos pelo marketing de vagas supostamente muito diferenciadas e exclusivas, quando isto, pode não ser exatamente uma verdade.



Carla: Além do vagas.com você indica algum outro site gratuito para busca de emprego ou este é de fato o melhor?


RAPHAEL ARAUJO: Além do vagas.com o mais atualizado hoje em dia é o LinkedIn, mas existem outras opções como o Jooble que funciona basicamente da mesma maneira que um Google, mas nesse caso, com o foco na busca por emprego, o InfoJobs, o Indeed e também o Google Jobs que honestamente não vi funcionar muito bem ainda no Brasil.



Carla: Vale a pena cadastrar o currículo no site das empresas?


RAPHAEL ARAUJO: Sempre! Em especial as do seu interesse. Isso facilita quando você tiver que se candidatar a alguma vaga, algumas possuem alerta de novas vagas quando postadas e ainda existem as que possuem banco de currículos que sempre que necessário podem fazer uma busca para encontrar um candidato.



Carla: A carta de apresentação é útil? É necessária? Quais as dicas para montar uma boa carta de apresentação?


RAPHAEL ARAUJO: Se for solicitada sim, do contrário, apenas umas poucas linhas de apresentação no e-mail com o seu currículo anexado, pontuando sobre sua formação, disponibilidade de início, experiências voltadas para o que a vaga pede, agradecendo e se colocando à disposição para uma entrevista onde poderá fornecer maiores detalhes. Não esquecer de colocar seu nome como assinatura e o telefone celular para que possam te ligar.


Caso seja realmente necessário o envio de uma carta de apresentação, precisa ser um documento breve, onde você deve manter um tom de formalidade na redação do seu texto. Além da função de se apresentar, o diferencial que a carta de apresentação traz em relação ao currículo é o enfoque no marketing pessoal. A carta apresenta quem você é, destacando suas qualidades e experiências, ao invés de meramente indicá-las em tópicos, como ocorre nos currículos, que são bastante diretos e enxutos.


A carta de apresentação costuma seguir a seguinte ordem de informações, conforme modelo exemplificado abaixo:


Local, data. Nome do destinatário.

Título do destinatário e nome da empresa.

Endereço do destinatário.


Prezado(a) recrutador(a), (colocar nome) Estou me candidatando à vaga de (indicar qual o cargo e função) existente em sua equipe, conforme anúncio publicado no (indicar site e ou fonte do anúncio se for o caso). Para tal, envio o meu currículo em anexo.


Dentre minhas características profissionais destacam-se… (listar suas qualificações e competências profissionais, mencionando estudos, experiências e resultados relacionados com a vaga que você deseja preencher).


No aguardo de contato, coloco-me à disposição para fornecer mais informações, além de participar de uma entrevista para a vaga.

Atenciosamente,


Nome completo

Título profissional (destacando sua profissão)

Telefone

E-mail

Link para seu perfil no LinkedIn.



Carla: Com tantos recursos e tantos canais, a busca de empregos tem se tornado um processo demorado, muitas empresas tem seus próprios testes e formulários e o candidato acaba tendo que preencher o currículo no linkedin, no site de busca de emprego e depois novamente no site da empresa. Como você avalia isto?


RAPHAEL ARAUJO: Bom, o mundo ideal seria se todas as empresas fizessem uso da candidatura simplificada do LinkedIn que é só apertar um botão e enviar sua candidatura através do LinkedIn e confesso que dá uma sensação de alivio muito boa quando é dessa forma, no entanto, sabemos que nem todas são assim e que podemos ser direcionados a outros sites para concluir nossa candidatura.


Não podemos esquecer que quando existe essa candidatura simplificada, as informações enviadas são as que se encontram no seu perfil e algumas candidaturas até com a possibilidade de anexar um arquivo que é o seu currículo, mas por favor, mantenha seu LinkedIn devidamente atualizado.


Quando somos direcionados a um outro site para candidatura e é algum que é supercomplexo, cheio de testes, que vai levar uma boa parte do nosso dia. Isso realmente é muito frustrante e precisamos nos perguntar se essa vaga é interessante o suficiente e vale esse esforço. Muitas pessoas se candidatam a tudo que é vaga simplesmente pelo fato de ser uma vaga do seu perfil, isso quando não se candidatam até a vagas que não tem compatibilidade com sua área de atuação...mas no caso de que seja, você precisa se perguntar se é uma vaga em uma empresa do seu interesse, se a remuneração te atrai, se a cultura da empresa te atrai, se você conhece alguém que trabalhe lá ou já tenha trabalhado e possa falar um pouco mais sobre como é lá e se vale realmente a pena e inclusive se podem te recomendar.


Mas realmente tem sites bem ruins e alguns recrutadores quando tomam conhecimento da experiência do usuário podem sugerir melhorias futuras na plataforma. Então se te perguntarem como foi preencher o site e caso tenha sido ruim, não deixe de falar, com jeitinho, mas fale.



Carla: Diante de tantos caminhos e possibilidades, qual a melhor forma de planejar a confecção de currículo e sua distribuição de forma prática e eficaz? Com a linguagem certa, direcionando para os canais adequados?


RAPHAEL ARAUJO: O ideal é o que currículo não seja distribuído como se você estivesse panfletando algo nas ruas. Muitas pessoas que me procuram para os processos de coaching, em especial o de recolocação profissional costumam falar isso. “Enviei mais de 30 currículos hoje e nenhuma empresa me chamou, aliás tem empresa que eu envio meu currículo toda semana e nada”. Gente!!! Isso é tiro no pé total, inclusive você já pode ter ido parar em uma lista de e-mails indesejados e o seu currículo nem chega mais na caixa de e-mail do recrutador.


Currículo e candidatura você envia e se cadastra naquela oportunidade compatível com as suas competências técnicas e gerais, ou seja, aquilo que você sabe fazer, aquilo no qual você se formou e os comportamentos necessários que a vaga pede para atuar na mesma. Se a vaga pede inglês fluente, experiência de 5 a 7 anos, capacidade de liderança e você sabe que não cumpre a esses requisitos, não tente fazer a candidatura vai que cola, porque não cola...rs


Hoje em dia muitas empresas se utilizam de palavras chave e inteligência artificial para encontrar o candidato desejado para a vaga, isso quando não tem um simples questionário a ser preenchido na candidatura que já é eliminatório e você nem imagina que o propósito desse questionário é eliminar de cara quem não serve.



Carla: Estas dicas valem para todos as profissões e níveis hierárquicos ou devemos considerar outras questões de acordo com a função desejada?


RAPHAEL ARAUJO: Todas as dicas são válidas para todos em até um certo ponto. Um CEO, diretor, alto executivo não vão ter a preocupação de procurar headhunter ou atualizar currículo. Esse profissional normalmente é encontrado e recebe propostas constantes ou é indicado por alguém que já tenha trabalhado com esse profissional anteriormente.


Quando o profissional está no topo da pirâmide da hierarquia, o contato é direto buscando por esse profissional e não o contrário.



Carla: Alguma outra dica que você ache importante compartilhar com os leitores?


RAPHAEL ARAUJO: Acho importante alertar sobre o fato de que muitas pessoas se preocupam apenas com o currículo e esquecem de que váááááááárias outras etapas de um processo seletivo são tão importantes quanto.


O currículo é o documento inicial, a porta de entrada para um possível convite de entrevista. Depois dele você ainda tem um possível contato telefônico para que o recrutador entenda seu momento atual, sua adequação a vaga, seu fit cultural, seu nível de inglês ou em algum outro idioma se necessário e seu pacote de remuneração atual assim como sua expectativa salarial.


Passando por essa etapa, pode vir uma entrevista por Skype ou presencial podendo ser somente com o RH ou já incluir o gestor, o requisitante da vaga nesse momento. Pode ter alguma avaliação comportamental, apresentação de business case ou até mesmo testes voltados para suas competências técnicas.

Na entrevista se faz necessário ser pontual, estar bem vestido, apresentável, pouca maquiagem para as mulheres, pouco perfume - porque você não sabe se vai se entrevistado por alguém alérgico ou com uma sensibilidade... ou pode infelizmente achar que o seu perfume é bom e achar que está arrasando quando na verdade a opção não agrada muito... rs


Precisa conhecer seu próprio currículo e além disso se conhecer como pessoa e como profissional para passar verdade durante a entrevista.

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